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11.000 CASOS ANALISADOS

A Seção AFIS da SIH/PCGO, ultrapassou a marca de 11.000 casos analisados.

A Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil de Goiás, por meio da Seção AFIS (Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais), ultrapassou a marca de 11.000 casos analisados.

O AFIS é um sistema automatizado que permite a comparação de impressões digitais coletadas e encaminhadas pela autoridade policial, com as informações contidas no banco de dados de impressões digitais. Esse sistema é uma ferramenta eficiente para a identificação de suspeitos.

De acordo com o Superintendente de Identificação Humana, a seção AFIS tem sido uma ferramenta fundamental para a resolução de casos criminais em Goiás. “Com a utilização do sistema, conseguimos identificar criminosos mesmo a partir de fragmentos muito pequenos de impressões digitais, o que antes seria impossível”, afirma.

A seção AFIS é composta por uma equipe técnica (papiloscopistas e datiloscopistas) especializada na análise de impressões digitais. O sistema automatizado utilizado pela seção é fundamental para a solução de crimes e para a identificação de suspeitos. No entanto, é imprescindível o trabalho dos papiloscopistas e datiloscopistas, que são os profissionais especializados na análise e identificação de impressões digitais.

Os papiloscopistas e datiloscopistas são responsáveis por coletar e analisar as impressões digitais, além de alimentar o banco de dados do sistema AFIS com as impressões digitais de suspeitos e criminosos já identificados. Além disso, eles também são responsáveis por realizar a comparação entre as impressões digitais encontradas e as que estão no banco de dados.

Dos mais de 11.000 fragmentos já analisados, cerca de 30% resultaram na confirmação da autoria das papilas dérmicas examinadas. Referida estatística, simbolizada pela expressividade de onze milésimo exame papiloscópico realizado pela Superintendência de Identificação Humana da Polícia Civil do Estado de Goiás, reforça a relevância e a imprescindibilidade da ciência papiloscópica, não apenas no âmbito repressivo da investigação criminal, mas na prevenção de novos delitos.

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