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Não basta reconhecer, é preciso IDENTIFICAR!

A necropapiloscopia, ou ainda identificação necropapiloscópica, consiste na identificação de cadáveres a partir das impressões digitais.
Diferente do reconhecimento, normalmente, feito por um parente ou alguém próximo ao indivíduo, que está fadado a muitos erros devido ao abalo emocional assim como em decorrência de alterações pós morte nos corpos em decomposição, a identificação necropapiloscópica tem caráter científico e é um dos meios mais eficazes e eficientes de identificação humana, seguidos pela identificação por arcada dentária e por DNA.

A identificação científica garante que os direitos e deveres do indivíduo falecido sejam cumpridos, no âmbito social e emocional (enterrar um ente querido), civil (baixa nos registros civis ou incremento, tais como pensão ou aposentadoria) e criminal (garantir que as investigações possam ser encerradas, casos em que o suspeito vem a óbito e/ou iniciar as diligências, casos em que as investigações se iniciam a partir da real identificação da vítima). O fato de já existir um possível reconhecimento do cadáver não comprova que seja o indivíduo em questão. Somente a identificação científica garante a individualização das pessoas.

A Identificação Papiloscópica permite identificar indivíduos com rapidez e certeza, evitando assim a troca de cadáveres e gastos extras tanto do poder público quanto dos familiares.]Em Goiás, os casos que dão entrada no IML, seja Goiânia ou unidades dispersas em todo território goiano, são coletadas as impressões digitais que serão confrontadas na base de dados do Instituto de Identificação da Polícia Civil de Goiás (Secretaria do Estado de Segurança Pública de Goiás). A identificação do indivíduo é realizada após confronto e positivação dos pontos padrões da digital questionada com impressão digital padrão.

 

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